Turbilhão, maré viva, no mar alto, sob céu electrizante, na minha casquinha de noz...
Quando avistarei a barra? Avistá-la-ei alguma vez? Ou encontrarei apenas, quando lá chegar, os destroços do meu implacável maremoto?
Inevitável... Independentemente do que o porto me reserva, terei de conviver com as consequências do meu maremoto...

Sem comentários:
Enviar um comentário